Vale tudo, mesmo tirar olhos
07
Nov 14
Pirateada por João Rodrigues, às 11:38Ligação da mensagem | Bombardear

O Predestinado Eucalipto quer eliminar a sobretaxa do IRS até 2020. O Láparo, 1.º ministro disto, quer repôr os salários dos funcionários públicos até 2019. Uma espécie de quem dá menos em mais tempo.


22
Out 14
Pirateada por João Rodrigues, às 11:15Ligação da mensagem | Bombardear

Que grande confusão vai por aí. Supostamente, o IRS não ia subir para pessoas sem filhos; por isso será necessário criar uma cláusula de salvaguarda, para que o imposto a pagar não seja superior. Com a tal cláusula, vão vigorar dois regimes de IRS. Alguém falou em reforma? Em vez de simplificarem, vão complicar mais a coisa.


17
Set 14
Pirateada por João Rodrigues, às 14:54Ligação da mensagem | Bombardear



Na foto, um daqueles carritos que gastam pouca gasolina, contribuindo para tornar o país mais "verde".

Pirateada por João Rodrigues, às 14:19Ligação da mensagem | Bombardear

Os famosos "impostos verdes" regressaram ao activo. Vou continuar à espera que surjam os impostos vermelhos, os azuis e os amarelos para não afirmarem que há discriminação. Segundo a luminária que esteve à frente da comissão de reforma da coisa esverdeada, não impostos, são incentivos a comportamentos sustentáveis. Aprecio estas justificações para enganar papalvos.

 

Na outra área do esverdear, o ministro da poluição Verde da Silva tem por objectivo o desenvolvimento sustentável do país. Até ao momento, todos os planos, compromissos, estratégias e quejandos apenas trouxeram desenvolvimento insustentável. Com a fezada característica dos políticos, agora será diferente até ao próximo plano e outro e o seguinte, alimentados a fezada.


24
Fev 14
Pirateada por João Rodrigues, às 14:22Ligação da mensagem | Bombardear

No fim-de-semana aconteceu o ajuntamento do Pêéssedê. O professor afilhado do Marcelo que não ia ao congresso, afinal apareceu. Cristo desceu à Terra e será o candidato presidencial do partido. Tinha chegado de uma visita ao Jardineiro Madeirense (um acaso) e seguiu para o ajuntamento no Coliseu de Lisboa, porque no avião teve uma visão do futuro e esse está em Belém.


01
Fev 14
Pirateada por João Rodrigues, às 13:28Ligação da mensagem | Bombardear

No desgoverno do Láparo, juntaram as áreas do ambiente e da agricultura no mesmo ministério e os sectores da economia, transportes e emprego noutra pasta. Sempre levaram na tola porque eram demasiadas competências para o mesmo ministro, acabando por serem separadas em duas pastas.

 

Agora, o Pêésse quer juntar as áreas das finanças e da economia no mesmo ministério, seguindo o exemplo do 2.º desgoverno do Tonico Guterres, em que o Aspirina Moura foi ministro das duas pastas e tinha sete secretários de estado (na época a administração pública estava noutro ministro). Resultou maravilhosamente bem, até à separação, por serem competências a mais no mesmo ministro.

 

A outra ideia de junção é no que eles designam de áreas de soberania, em que o ministério das bófias e o da injustiça são fundidos. A ideia subjacente não é esta - é extinguir a Polícia Judiciária, passando para a PSP, mas mantendo a GNR, quando o problema é existirem duas polícias que têm as mesmas funções; a única diferença é uma ser civil e a outra militar. No mesmo ministério das bófias, ficaria a tutela dos tribunais, com o objectivo de aumentar o controlo político sobre o sector. Percebem onde isto levará?

 

Sendo a ideia unir ministérios, podem juntar os ministérios do ataque e o dos negócios com a estranja, que por acaso fazem parte das áreas da soberania e foram convenientemente esquecidos. Outra hipótese, é extinguir todos os ministérios e passar a existir um único ministro e um único ministério. O que dizem desta "ideia"?


17
Jan 14
Pirateada por João Rodrigues, às 14:26Ligação da mensagem | Bombardear

Faltam 5 meses para a saída da tróica de Portugal, segundo as contas do Paulo Janelas. Será que já acertaram o relógio ou a cebola continua atrasada um mês? Na semana seguinte à saída, é a votação das eleições europeias e o 17 de Maio cai a meio da campanha eleitoral. Numa entrevista o vice 1.º do desgoverno afirmou que o tempo dos demagogos acabou (vindo de quem vem ...): por isso fez uma encenação demagógica (lá está) com o relógio.

 

E o futuro pós-tróica começa a mexer - é fácil, é barato, dá milhões a algumas empresas, lixa-nos mais uma vez e deixar-nos-á a contar quanto tempo falta para a próxima intervenção da tróica em Portugal.


20
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 11:15Ligação da mensagem | Bombardear

Eu proponho, por iniciativa dos empresários - é o líder do Pêésse que propõe ou é uma iniciativa dos empresários? Decidam-se.

 

Se as empresas estão à beira da falência, não são empresas com saúde nem viáveis (digo eu, porque o Inseguro Tózé é que precebe da coisa, não sou eu).

 

Para perceberem melhor, leiam este texto.


06
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 14:09Ligação da mensagem | Bombardear

Onde está? O seu valor é incalculável no "acompanhamento" da coligação. Tão importante que anda desaparecido. Se existem divergências, deviam ser sanadas no grupo de acompanhamento. Digo eu, que não pesco nada do assunto. Mas a criação de um grupo de acompanhamento é uma decisão bem portuguesa - uma inutilidade.

 

Com ou sem reuniões do grupo de acompanhamento, o Paulo Janelas fez uma declaração ao país como se fosse presidente da república, primeiro-ministro e líder da oposição, tudo junto e ao mesmo tempo. Como o Fretes do Amaral diz, estou rigorosamente ao centro: dependendo de quem ganha as eleições, não se esqueçam de nós.


29
Abr 13
Pirateada por João Rodrigues, às 12:02Ligação da mensagem | Bombardear

O Inseguro Tózé pediu uma maioria absoluta nas próximas legislativas. Como isso não é suficiente para governar, quer fazer coligações de governo e acordos de incidência parlamentar. Se é para fazer coligações com outros partidos, a maioria absoluta não é necessária, penso eu de que.

 

Explicou o porquê desta ideia: devido ao estado de emergência do país. Acrescentou que a ideia era uma defesa do consenso para um novo rumo que tinha de ser feito através de uma nova cultura do exercício governativo. Gosto da uilização do verbo no passado - era e tinha. Isso significa que já não é e já não tem. Ou então o jornalista enganou-se a escrever.

 

Para enterrar mais o país, é preciso dividir as culpas. Assim, vamos ao fundo, vamos todos juntos e a culpa é de todos. A razão do insólito pedido de maioria absoluta mais coligação de governo pode ser outra: queremos tachos, mas sendo bonzinhos, não os queremos apenas para nós e daremos alguns aos outros.


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