Vale tudo, mesmo tirar olhos
28
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 11:37Ligação da mensagem | Bombardear

O Inseguro Tózé anda em passeio estival pelo país e esteve em Viana do Castelo na apresentação do candidato socialista à câmara local. O slogan de campanha é «Por amor a Viana do Castelo», inspiração para a ternura que o Inseguro sente para com o Márinho Soares.

 

Quando forem as eleições legislativas (se o Inseguro ainda estiver na liderança socialista), o slogan de campanha vai ser o quê? Com carinho, por Portugal? Felicidade para os portugueses?

 

Adenda: espero não estar a dar ideias parvas. Como são os políticos portugueses, vão inventar um ministério da felicidade.

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27
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 11:35Ligação da mensagem | Bombardear

O crechimento económico vem aí - esta recomendação vai direitinha para o Cervejas de Lima. Dias antes tinha sido o anúncio deste investimento a antecipar a tomada de posse do ministro económico.

 

Aquilo que nos levou ao buraco onde nós estamos não foi o consumo interno nem o investimento público (aqueles dois sectores não fazem parte do consumo interno, não é). Os primeiros sinais surgem após a saída do Álvarinho de ministro. Tudo por acaso.


24
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 11:51Ligação da mensagem | Bombardear

Hoje, toma posse a remodelação do governo. Os chamados mega-ministérios acabam - o emprego volta para a sigurança social, o ambiente sai da agricultura e a energia sai da economia. Neste ministério, a política Gambrinus confirma-se com o Cervejas de Lima à frente. O Jorginho Moreira das Silvas fica com a energia e o ambiente. A explicação está aqui.

 

O Pantana Lopes nunca se lembrou de convidar um cervejeiro para ministro - as festanças noite fora que tinha havido naqueles gabinetes ministeriais, com bejecas de borla. Ainda não é tarde: pode ser o convidado especial para os festins e o primeiro pode ser a seguir à tomada de posse, com o slogan toma lá Cavaquinho, embrulha a remodelação vai avante.

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20
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 13:33Ligação da mensagem | Bombardear

O Inseguro Tózé fez uma solene declaração ao país às oito da noite, rompendo com as negociações para o compromisso de enterro nacional proposto pelo presidente. Sabia-se que os partidos não estavam interessados em assinar um acordo, porque andaram uma semana a "negociar"? Para mostrar ao presidente que têm respeitinho por ele, têm sentido de estado e sabem ser institucionais?

 

Na exposição, o líder socialista mostrou-se contra as privatizações (incluindo a Trap) ou talvez não e contra o corte de 4 mil e 700 milhões de euros de despesas do estado. As "propostas" apresentadas resumem-se a ir buscar dinheiro à árvore das patacas que está ali no quintal. Podiam ter sido originais, mas nem para isso servem.

 

Segundo esse anúncio, uma negociação é eu apresentar propostas que têm de ser aceites pelos outros sem contestação. Gosto desta nova definição da palavra negociação - está ao nível do novo significado de irrevogável.


Agora o Cavaquinho tem duas opções - engole o sapo e aceita a remodelação do governo (com o irrevogável Paulo Janelas a vice-primeiro-ministro) ou convoca eleições antecipadas para este ano.

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19
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 11:40Ligação da mensagem | Bombardear

O Pêésse votou a favor da moção de censura do partido Os Verdocas, ao mesmo tempo que negoceia o compromisso de enterro nacional com o Pêéssedê e o Cêdêésse. Os socialistas afirmaram que não estavam em conversas com o governo, mas dois secretários de estado e dois ministros participaram nos encontros. O representante centrista é também ministro da sigurança social. As negociações do enterro têm acontecido entre as sedes dos três partidos, para mostrar a importância que a assembleia da república tem no debate político português.

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13
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 15:04Ligação da mensagem | Bombardear

A têvê Doente avançou que o Cavaquinho prescinde da personalidade de prestígio para mediar as negociações do compromisso de enterro nacional. Acrescenta que será o próprio presidente a acompanhar a coisa. O objectivo do Cavaquinho era escolher ele o primeiro-ministro, mas não quer assumir isso e inventou aquela coisa do compromisso.

 

Os líderes partidários portugueses, como bons filhos que são, obedecem às ordens do paizinho e o "diálogo" já se iniciou - segundo rezam as crónicas, no debate do estado da nação o tom foi de contenção. Na frente exterior,  o Cherne Europeu veio de Bruxelas e encontrou-se com o presidente.

 

Quando devia ter sido apresentada a reforma do estado (o famoso guião cinematográfico do argumentista Paul Doors, famoso pelas estórias de terror com reviravoltas sucessivas), dá-se esta crise política. A reforma estatal foi atrasada porque é preciso resolver a crise política primeiro. A oitava avaliação da tróica passou para Agosto/Setembro, juntamente com a nona. Coincidência e um acaso, não é? Quanto mais tempo, melhor para preparar a "reforma" do estado.

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11
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 13:47Ligação da mensagem | Bombardear

 

 

 

 

O presidente Cavaquinho tinha duas hipóteses de decisão: aceitava a remodelação do governo e este cumpria a legislatura até 2015 ou convocava eleições antecipadas. À boa maneira lusitana optou pela terceira hipótese: decidiu não decidir. Aceita eleições antecipadas após a saída da tróica em 2014 e quer um compromisso de enterro nacional suportado pelos partidos que assinaram o memorando com a tróica. Se for necessário, ele escolherá uma pessoa de "prestígio" para tentar o entendimento entre as agremiações políticas.


Parece-me que esta "decisão" devia ter sido tomada em 2011, quando o Pêéssedê ganhou as eleições legislativas. Estamos com dois anos de programa de ajustamento cumprido, falta o terceiro ano para terminar e o presidente "lembra-se" que os três partidos que assassinaram o memorando com o triunvirato deviam suportar um governo. Está dois anos atrasado. Boa, Sr. Presidente.


Segundo o Cavaquinho, esta sua "decisão" garante a estabilidade governativa, porque a remodelação do executivo acordada entre o Láparo e o Janelas não o assegurava.


Na semana passada, quando se iniciou a crise, o Cavaquinho declarava que o governo só cai, ou não, no parlamento. Esta semana, o presidente decide o momento em que o executivo cai (a partir de Junho de 2014) e se aceita a remodelação do governo. O Sr. Cavaquinho ainda pensa que é primeiro-ministro.


O Cavaquinho convocou o conselho de estado para discutir o designado pós-tróica. Nesta semana de crise política, não o faz e promove audiências com os partidos representados no parlamento e a tralha institucional - tem as prioridades invertidas.


Quanto ao enterro nacional, há vários nomes falados para 1.º num executivo desse género e que tão bons resultados deram na Itália. Um deles é o Penedo da Silva porque faz "pontes" com as centrais sindicais e parceiros sociais. Outros referem o Rui do Rio (segundo consta, por ser cavaquista e austero no bom sentido). Há quem fale no Carlinhos Banco Costa por ter "ligações" ao Banco Central Europeu, por exemplo. Pelos nomes falados e respectivas "pontes" e "ligações", estão escolhidos os nomes para ministro do desemprego, 1.º ministro e ministro do défice.


Vamos longe, com "decisões" destas.


No meio desta confusão, o Alvarinho continua ministro (ele que era o único governante remodelável ainda antes de ter tomado posse e que se mantém firme e hirto no cargo) e o Janelas é ministro dos negócios com a estranja demissionário.

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07
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 11:44Ligação da mensagem | Bombardear

Como afirmava o Ricardo Insosso, tudo tem preço, menos a honra. A irrevogável decisão do Paulinho Janelas passou a revogável, terminando com mais poder dentro do governo - fica como vice-primeiro-ministro, com a coordenação da política económica, as negociações com a tróica e a reforma do estado. Como está escrito aqui, oarece que o Janelas ficou com tudo o que pode correr mal.

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06
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 13:50Ligação da mensagem | Bombardear

O Cêdêésse já foi o partido dos contribuintes, dos jovens, dos desempregados, dos pensionistas, dos agricultores e de tudo o que vier à rede das conveniências do momento. Só não é o partido da reforma do estado - é óbvio que o Janelas não apresentaria nenhuma reforma do estado. Foi uma tentativa do Láparo entalar o líder centrista e quase corria bem. Faltou o quase.

 

O Rei Mago das finanças demitiu-se, a Mariazinha subiu a ministra do défice, o Janelas demitiu-se e agora regressa ao governo com mais poder e uma política económica em versão Gambrinus. A única coisa que o Paulinho Janelas fez foi engolir um suapo (eu sei que é o trocadilho mais básico, mas cai que nem ginjas).

 

Agora quem termina mal é o Láparo - inicialmente, parecia que a carreira política do Janelas tinha ido com os porcos, porque este fim-de-semana havia um ajuntamento centrista e provavelmente saíria de lá um novo líder. Acaba com mais poder no executivo e um fiel escudeiro como ministro-ecónomo.

 

Resta esperar pela conferência de imprensa conjunta de hoje para saber quais as mudanças no governo e para "analisar" a coisa.

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04
Jul 13
Pirateada por João Rodrigues, às 14:29Ligação da mensagem | Bombardear

O Paulo Janelas era ministro de estado e é presidente do Cêdêésse, que é um dos dois partidos que compõem a coligação de governo. Como se percebe, não tem responsabilidades nenhumas, tendo aproveitado para se demitir do governo sem consultar ninguém antes - nem o primeiro-ministro nem o seu partido. Para começar, não está nada mal.

 

E apesar de ter saído do executivo o arqui-inimigo Rei Mago das finanças, a partida deveu-se à subida da Mariazinha Albuquerque a ministra do défice - talvez esperasse uma figura amiga do "crescimento" económico.

 

Depois disto, deu-se um encontro das estruturas dirigentes do Cêdêésse e um pedido para uma reunião com o 1.º para tentar "salvar" a coligação. Com esse objectivo, o Janelas quer mais poder no governo: pediu a ida do Alvarinho Economista para o Canadá e os "rumores" referem que o Cervejas de Lima é candidato a ministro-ecónomo (mas não muito, porque poupar é coisa difícil nesta piolheira, para usar uma expressão do D. Carlos). Algumas notícias dizem que é o próprio Janelas que vai acabar em ministro-ecónomo e em vice-primeiro-ministro. Como o Janelas afirmou na carta de demissão de ministro, a sua saída é IRREVOGÁVEL. Não era?

 

Tão bom que é ser político em Portugal, em que a palavra responsabilidade anda sempre submersa. E tão bom que é votar neste tipo de "políticos" como só Portugal sabe arranjar de maneira magistral. Não se arranja uma empresa de exportação destes cromos todos para Marte?

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