Vale tudo, mesmo tirar olhos
23
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 13:37Ligação da mensagem | Bombardear

Eu tinha a ligeira impressão que era bom de mais para ser verdade. Agora tenho a certeza - morrerei antes da reforma do IRC entrar em vigor. 6 a 7 anos para aprovar uma lei e publicá-la no Diário da República (parece uma boa média). Claro que vai ter um regime de transição e um período de adaptação e a costumeira espera pelo contributo do Pêésse para as alterações ao imposto. Como o Inseguro Tózé tem ideias brilhantes que interessam imenso aos portugueses, talvez fosse melhor esperar sentado.


20
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 11:15Ligação da mensagem | Bombardear

Eu proponho, por iniciativa dos empresários - é o líder do Pêésse que propõe ou é uma iniciativa dos empresários? Decidam-se.

 

Se as empresas estão à beira da falência, não são empresas com saúde nem viáveis (digo eu, porque o Inseguro Tózé é que precebe da coisa, não sou eu).

 

Para perceberem melhor, leiam este texto.


17
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 14:27Ligação da mensagem | Bombardear

À atenção do Basílio Hortaliça. Como especialista em couves, é o indicado para um futuro governo do Pêésse. Se a agremiação socialista quer evitar os brócolos, tem de variar. Sugestões: repolho, couve-flor, lombardo, couve-galega. Esqueci-me de uma coisa. O Inseguro Tózé tinha divulgado as ideias dele para um futuro governo socialista, que seria uma espécie de caldeirada: incluiria socialistas, democratas-cristãos, sociais-democratas, progressistas e humanistas.

 

Com estas declarações do Soares da Gota Amarga, ocorre uma evolução no pensamento político - passamos do peixe para os vegetais. Falta encontrar as correspondências entre as correntes políticas e as respectivas couves.

 

P.S.: o uso de vegetais, segundo algumas correntes, é mais ecológico, algo consentâneo com um partido de esquerda.


15
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 12:18Ligação da mensagem | Bombardear

 

 



Costuma dizer-se que se a estupidez pagasse imposto, Portugal seria o país mais rico do mundo. Acrescentando afirmações parvas à lista, a nossa riqueza aumentaria ainda mais.

 

Vem isto a propósito das declarações do presidente da república - a 7.ª avaliação da tróica foi um milagre de Nossa Sra. de Fátima, segundo nos conta o Cavaquinho. Será que o homem teve uma epifania e não nos contou? Ou recebeu informação privilegiada, o que é ilegal? Como preza a regra o silêncio é de ouro, vai tendo umas declarações destas, para nos animar estes dias negros de crise.


13
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 12:06Ligação da mensagem | Bombardear

O Paulo Janelas afirmou, declarou e até disse que a taxa sobre as pensões era a linha que não seria ultrapassada. Não referiu a que distância ele se encontrava dessa linha. Como afirmou o Piroso de Lima, não houve um recuo do Cêdêésse: o que houve foi um afastamento da linha em relação ao partido.

 

Também segundo o Piroso de Lima, o acordo acerca das pensões permitiu salvar a cara dos intervenientes. Principalmente a do Janelas - a cara foi salva, ficando um pouco chamuscada e a necessitar de uma limpeza aos dentes para deixar de ter um sorriso amarelo.


06
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 14:09Ligação da mensagem | Bombardear

Onde está? O seu valor é incalculável no "acompanhamento" da coligação. Tão importante que anda desaparecido. Se existem divergências, deviam ser sanadas no grupo de acompanhamento. Digo eu, que não pesco nada do assunto. Mas a criação de um grupo de acompanhamento é uma decisão bem portuguesa - uma inutilidade.

 

Com ou sem reuniões do grupo de acompanhamento, o Paulo Janelas fez uma declaração ao país como se fosse presidente da república, primeiro-ministro e líder da oposição, tudo junto e ao mesmo tempo. Como o Fretes do Amaral diz, estou rigorosamente ao centro: dependendo de quem ganha as eleições, não se esqueçam de nós.


02
Mai 13
Pirateada por João Rodrigues, às 11:29Ligação da mensagem | Bombardear

Miguel Laranjas foi ontem o porta-voz do Pêésse sobre economia (pelo menos deu na Xique). Declarou ele que cortes de 6 mil milhões de euros na saúde, na escola pública, nas prestações sociais é incompatível com o crescimento económico. Não tinha percebido que a saúde, a escola pública e as prestações sociais geram desenvolvimento económico. Eu sei que os três sectores fazem parte da economia e contam para o PIB, mas nos últimos anos temos andado a grande velocidade, com uma diminuição do PIB e os gastos em saúde, na escola pública e nas prestações sociais têm servido para aumentar o PIB.

 

Deve existir alguma relação (talvez por osmose) para isso acontecer. Já sei qual é - os socialistas são os campeões do crescimento económico e da criação de emprego. Após estas afirmações, fiquei com a ideia que são verdadeiros especialistas na matéria.


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