Vale tudo, mesmo tirar olhos
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Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 13:58Ligação da mensagem | Bombardear
A câmara de Lisboa está a seguir as teorias do Jeremias, neste caso aplicadas à área da agricultura e pecuária - estão a apoiar os produtos nacionnais. Ou talvez não: a agricultura não faz parte do conceito.

Os vereadores que criticam o piquenique do Incontinente não têm visão, precisando de uns binóculos para enxergarem melhor como se gere um município com falta de bago. O presidente Tonico Costa é o verdadeiro visionário da política portuguesa: após a mudança do gabinete da presidência municipal para o Largo do Intendente, surge esta iniciativa.

Mas nem tudo é mau: no primeiro ano foi na Avenida da Liberdade, desta vez é na Praça do Comércio. Pode ser que no próximo ano aconteça no rio Tejo, debaixo de água ou em barcaças. A esperança é a última a morrer.
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30
Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 13:51Ligação da mensagem | Bombardear
Quando não existem problemas nem há mais nada para fazer, nada melhor do que pensar em grande. Por isso, vem aí um plano industrial que é encarado como a 3.ª revolução industrial, seguindo as teorias do Jeremias.

Segundo a notícia, a comissão europeia diz que não é uma imposição sobre as políticas nacionais nem dirigismo económico. Por não ser dirigismo económico é que um organismo estatal está a desenvolver a estratégia para ser seguida pelos estados. E quem não seguir o plano pagará multa (digo eu).

25
Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 13:10Ligação da mensagem | Bombardear
O preço deve incluir produtos especiais contra a caspa e os piolhos. Esta bicheza não dá tréguas aos tratadores de cabelo e as vedetas da Rêtêpê são especiais, merecendo tudo e mais alguma coisa.

Imaginem se o Fruta Seca tivesse sido contratado para os comentários ao europeu de futebol - com um salário igual ao da Catarininha Frutada, o valor a pagar subiria mais.
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Pirateada por João Rodrigues, às 12:23Ligação da mensagem | Bombardear
A ideia é promover os produtos portugueses e apoiar a caça, pecuária e agricultura lusitanas. A única falha são os uísques. Tudo o resto é produzido em Portugal. Vão ao pormenor de referirem as aves que devem ser consumidas - pombo torcaz (atenção que não serve um pombo rafeiro), rola, perdiz. Esqueceram-se do faisão. Mencionam a lebre mas falta o veado. Nos outros produtos finos faltam as trufas e o caviar.

Parece-me haver uma falha imperdoável no documento - não existem ideias para a confecção dos pratos, ficando à imaginção do cozinheiro e os deputados podem não gostar que o mestre-cuca invente na cozinha.

24
Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 13:36Ligação da mensagem | Bombardear
Este indivíduo podia juntar-se ao Pinóquio em Paris. Tornar-se-iam a dupla maravilha dos estudantes de filosofia da cidade. Com esta profundidade de pensamento, o Láparo Construtor Civil inauguraria uma nova área de estudos dentro da lógica, a lógica da batata.
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23
Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 13:54Ligação da mensagem | Bombardear
Uma mulher foi despedida por ser demasiado sexy (segundo a interpretação dos patrões). Meteu um processo em tribunal e pede uma indemnização. Em Portugal chamava a Azai.

Segundo a notícia, os donos da loja são judeus ortodoxos e o estabelecimento vende lingerie. Interessante esta combinação - será que o facto da ex-empregada ser demasiado sexy era mau para o negócio? As clientes podiam ficar deprimidas ao verem a funcionária e não adquiriam nenhum artigo.

Mas podiam ter imaginado outro negócio: olhar para a boneca, literalmente. A clientela seria masculina e, eventualmente, feminina e seria necessário o pagamento de uma taxa pelo "serviço". Ainda dizem que os judeus têm olho para o negócio e não se lembraram desta.
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20
Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 15:30Ligação da mensagem | Bombardear
Alguns querem que o 1.º Láparo demita o ministro Ervas; outros exigem que se afaste. Parece-me que ainda não perceberam que vivem num país chamado Portugal.

O 1.º Láparo vai exonerar o manda-chuva do governo, aquela figura-chave da orgânica ministerial? O homem do todo-o-terreno governativo, armado de uma arma de destruição maciça que é o problema em juntar sujeito, verbo e complemento directo numa frase com sentido? Ia ser difícil encontrar outra pessoa à "altura" do cargo.

Podem afirmar que o Láparo fica fragilizado por não mostrar tomates e demiti-lo. Ao mantê-lo, mostra ter mais tomates ainda. Porquê? Porque mostra não ceder a pressões. Apenas cede à pressão do governante Ervas, que deve ter-se posto de joelhos a implorar para manter o cargo. Hum ... Não é a melhor posição para um governante. Mas a honra não é muita, pelo que não faz diferença.

A manutenção no cargo também passa pelo telemóvel cheio de contactos importantes. O Láparo teve de resistir e deixá-lo no posto de comando. Uma decisão pragmática, portanto. O que seria de um 1.º sem a lista de números de telemóvel e telefone? O homem sentir-se-ia mais só. No fim do mandato de 1.º, a lista será necessária para tentar encontrar um tachinho no sector "privado".

17
Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 14:09Ligação da mensagem | Bombardear
A primeira "medida" do Chico Holanda como presidente francês foi o beija-mão à chefe da Europa, a Anjinha Merkel. Mas o avião foi apanhado no mau tempo e levou com um raio, tendo de voltar atrás. Isto deve ser um sinal dos deuses a afirmarem que o encontro com a Anjinha vai ser uma desilusão para os apoiantes do novel chefe de estado francês.

O Holanda segue as pisadas do Sapateiro espanhol e o novo governo francês vai ter o mesmo número de homens e mulheres.

Quanto ao resto, está explicado aqui.

Actualização - a bloguista foi descobrir esta pérola, entre os ministérios do novo governo franciú. Mas sendo socialista, deve ser bom. Parece que funciona assim, mesmo quando não faz sentido.
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15
Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 14:01Ligação da mensagem | Bombardear
Mas não aquele que estão a pensar. Foi apenas o salvador da Europa, um tal de Chico Holanda, o novo presidente francês. Muitos vêem-no como o "futuro", incluindo o Inseguro Tozé aqui da terrinha.

Os epítetos do home não param. Começou por ser apelidado de um homem normal. Se por normal entendermos alguém que nunca trabalhou numa empresa privada e ocupou vários cargos políticos, então está tudo ... normal.

Nesta notícia do jornal Privado, a jornalista autora do texto foi poupada e contida na denominação escolhida.

O Chico Holanda quer um novo caminho para a Europa. Como é normal, não referiu um caminho em particular. Existem várias hipóteses - caminho de cabras ou caminho sem saída, por exemplo. De qualquer forma, o nosso Inseguro Tozé está entusiasmadíssimo a pensar que é uma auto-estrada sem limite de velocidade.
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11
Mai 12
Pirateada por João Rodrigues, às 13:39Ligação da mensagem | Bombardear
O Inseguro Tozé afirma estar disponível para ir para a rua à frente de uma manifestação. Se ele algum dia chegar a primeiro também vai para a rua à frente de uma manifestação qualquer, provavelmente em defesa da sua manutenção como primeiro porque isso das eleições não conta. A lógica deve ser esta.

O líder do Pêésse considerou-se a cara do emprego e do crescimento. Agora apenas tem apresentar mais um plano, programa ou estratégia de promoção do emprego e do crescimento económico. Em alternativa, basta criar uma lei que torne o desemprego proibido. Em Portugal os problemas resolvem-se criando mais umas leis, porque as que existem são poucas e demasiado simples.
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